Gente, eu não morri! Quem me segue no twitter sabe bem disso, pois é obrigado a ler as minhas atualizações chatas rs Só não ando com paciência para blog, sei lá... Não sinto vontade de só escrever e me angustia saber que não terei tempo para passar e comentar em todos os blogs que eu gosto. É um crença intermediária meio assim: "Se eu não comento no blog dos outros, então não sou digno que comentem no meu".

Mas, volta e meia, quando enfim acontece alguma coisa interessante na minha vida, eu me sinto motivado a postar. O que será, então, que aconteceu de tão especial? Reflitam, caros leitores... Zueira, não farei surpresa. A verdade é que, enfim, conheci o Senhor Sex and the City Tupiniquim. Peter é figurinha carimbada em nosso meio. Acredito que todo mundo já tenha passado para dar uma conferida em sua constante construção.
Na verdade, nos conhecemos há um certo tempo e quando completou-se exatos 06 meses nos encontramos pessoalmente. Não que esse tempo tenha sido algo planejado, aconteceu mesmo. Antes de contar do final de semana, tenho que contextualizar vocês.
*Mini flashback, por favor*
No dia 12 de março deste ano, Dr. Cohen estava sem o que fazer... Espera! Ainda não existia um Dr. Cohen. Existia apenas uma pessoa com milhões de idéias na cabeça que, motivado por sua amiga Robs, decidiu fazer um blog. Feita a primeira postagem, o recém-criado Dr. Cohen decidiu, então, comentar em um dos blogs que também lhe inspiraram: Sou Para-Raio de Doido. Foi lá que então Peter e eu nos conhecemos. Ele viu meu comentário, entrou no meu blog e eu, muito gentilmente, retribui sua visita. Simplesmente amei o blog dele! Adorei os textos, adorei as histórias. Confesso que em menos de uma semana li todo o blog e comecei a comentar em postagens de mais de um mês.
Enfim, Dr. Cohen estava feliz. Tinha encontrado blogs maravilhosos, gays com conteúdo e um espaço bastante acolhedor para idéias mais ou menos questionadoras. Comecei a me jogar, comecei a dar algumas indiretas, mas não poderia acontecer... Ele era comprometido. Namorava há meses e não seria eu o "outro" da história.
Ficamos amigos. Conversávamos sobre tudo... E brigávamos também! Era complicado, eu não queria me revelar. Expor a pessoa por de trás do personagem. Até hoje não sei como aconteceu. Foi natural e espontâneo. Do nada ele já sabia meu nome, a cidade onde eu morava e já organizava excurssões para cá com a Fofa.
Ele tinha meu MSN... Ele tinha meu Orkut... Ele tinha meu celular... Ele tinha meu telefone de casa e até o do serviço. Eu ligava para ele, eu queria escutar a voz dele, mas não podia! Ele era comprometido e eu não poderia criar qualquer tipo de expectativa.
Ele terminou... Ele me ligou... Fiquei sabendo na mesma noite...
Ele voltou na semana seguinte!
Achava que ele não sentia nada. Não sabia que era "interesse à primeira postagem", como ele diz. Ele viria para a minha cidade, não veio... Eu me estressei! Ele me ligou, longos minutos ao telefone, discutindo uma relação que nem existia. Brigamos! Nos falamos de novo no mesmo dia, na mesma hora basicamente... Quando já estava na cama, ainda nos falamos... Eu o desejava!
Foi a fase da amizade. Era ele falar, por exemplo, "tudo bem?", para eu responder: "tudo ótimo, AMIGO". Sou muito certinho, jamais faria nada. Se ele estava feliz, não seria eu a estragar. Teria que me contentar...
Eles terminam... De vez! Fico sabendo um tempo depois. Nos falamos por telefone. Trocávamos mensagens, eu sentia meu estômago revirar cada vez que o celular vibrava. Ele estava solteiro, mas deveria estar confuso. Não queria atrapalhar qualquer interesse dele em ter "um período de solteiro".
"Maomé nunca virá a montanha, né?". Eu mandei, eu escrevi, um simples torpedo, que desencadeou em uma ligação de mais de quatro horas. Eu sabia que era ele quem eu queria. Ele não era perfeito, ele era ele! Conversamos, ofereci minha casa para ele ficar. Ele queria tudo correto, não aceitou.
A gente conversa. Ele manda mensagens off de bom dia. Ele fala que está apaixonado, ele faz as duas postagens mais lindas que eu já vi. Ele fala de distância e saudade. Eu penso em formas de acabar com isso.
Ele vem. A gente se encontra e começa o NOSSO final de semana!
*Encerra-se o mini flashback, que de mini não teve nada*
Eu nunca tive problemas em escrever no blog. Não sou daqueles que ficam horas pensando em textos, eu simplesmente sento e escrevo. Mas confesso que hoje foi total exceção. É complicado quando você sabe que a outra pessoa lerá. Saber dosar as palavras, não parecer desesperado e também não omitir o que se sente.
Meu final de semana foi excelente. Ficamos certamente na pior pousada da minha cidade, mas eu sequer liguei para as paredes mofadas e para a mobília de mau gosto. Eu, enfim, estava com ele. Quando o vi de longe na rodoviária, quando eu parei o carro e demos o primeiro abraço, quando já na pousada demos o primeiro beijo após segundos de desconforto.
Como entreter alguém em uma cidade que não tem nada a oferecer? Ele falava de Terras Tupiniquins, agora conhece Terras que nem Freud Explica. E nem Freud explica mesmo. Não há opções, não podemos andar de mãos dadas e as pessoas são extremamente boazinhas. Não reparamos na vida alheia, queremos agradar aos vizinhos. Não somos uma cidade pequena, nada do interior, somos ultrapassados, presos no tempo. Tudo é perto e, ao mesmo tempo, tudo é longe.
Ele conhece a cidade de ponta-a-ponta em uma noite. Conhece shoppings pequenos (piada interna rs), fala que vai embora no sábado de 5 em 5 minutos (mais piada interna) e decide ficar até domingo. Ele conhece algumas amigas, elas o adoram. Conversamos, bebemos e vamos ao banheiro com freqüência (mais piadas internas). Ele enfim conhece os lugares citados nesta postagem.

"Não Pode!" marcam as minhas tentativas de entreter o pobre garoto. Conversamos mais, nos conhecemos melhor. Ele é ainda mais legal! Ele é fofo, ele manda mensagem mesmo estando comigo. Eu não entendo, ele desenha! A gente discute o que a gente vai por no blog. Tudo recebe a frase: "Isso vai ter que ir pro blog!".
Ele é bonzinho, ele é cordial... Ele revira os olhos só uma vez! Ele chama a atendente de "coração" rs Ele é um fofo e faz questão de me lembrar que eu disse que ele era fofo.
Ele fica sem paciência quando está com sono, mas ele vem me abraçar assim que eu deito. Ele me deseja boa noite e olha sério para mim. Ele certamente não lembra ou não percebeu que fez isso. Ele tem a cara mais fofa quando acorda.
A gente passeia. Ele encosta a mão dele na minha e pede desculpas, acho que umas 10x. Ele presta a maior atenção quando eu falo. Ele preenche as lacunas de silêncio. Ele me faz rir. Ele se irrita com o meu apego por celular!
Ele merece massagem, eu posso mostrar pra ele que até sei fazer massagem. Ele toma banho com o rôdo (piadas internas). Eu me encho de perfume, ele não sente cheiro de nada! Ele tira fotos da gente e fuma mais uma vez. Ele que jogar mais uma vez meu celular pela janela também...
A gente se despede. Ele tem que ir embora. A gente se beija e eu lhe desejo uma boa viagem...

Mas, volta e meia, quando enfim acontece alguma coisa interessante na minha vida, eu me sinto motivado a postar. O que será, então, que aconteceu de tão especial? Reflitam, caros leitores... Zueira, não farei surpresa. A verdade é que, enfim, conheci o Senhor Sex and the City Tupiniquim. Peter é figurinha carimbada em nosso meio. Acredito que todo mundo já tenha passado para dar uma conferida em sua constante construção.
Na verdade, nos conhecemos há um certo tempo e quando completou-se exatos 06 meses nos encontramos pessoalmente. Não que esse tempo tenha sido algo planejado, aconteceu mesmo. Antes de contar do final de semana, tenho que contextualizar vocês.
*Mini flashback, por favor*
No dia 12 de março deste ano, Dr. Cohen estava sem o que fazer... Espera! Ainda não existia um Dr. Cohen. Existia apenas uma pessoa com milhões de idéias na cabeça que, motivado por sua amiga Robs, decidiu fazer um blog. Feita a primeira postagem, o recém-criado Dr. Cohen decidiu, então, comentar em um dos blogs que também lhe inspiraram: Sou Para-Raio de Doido. Foi lá que então Peter e eu nos conhecemos. Ele viu meu comentário, entrou no meu blog e eu, muito gentilmente, retribui sua visita. Simplesmente amei o blog dele! Adorei os textos, adorei as histórias. Confesso que em menos de uma semana li todo o blog e comecei a comentar em postagens de mais de um mês.
Enfim, Dr. Cohen estava feliz. Tinha encontrado blogs maravilhosos, gays com conteúdo e um espaço bastante acolhedor para idéias mais ou menos questionadoras. Comecei a me jogar, comecei a dar algumas indiretas, mas não poderia acontecer... Ele era comprometido. Namorava há meses e não seria eu o "outro" da história.
Ficamos amigos. Conversávamos sobre tudo... E brigávamos também! Era complicado, eu não queria me revelar. Expor a pessoa por de trás do personagem. Até hoje não sei como aconteceu. Foi natural e espontâneo. Do nada ele já sabia meu nome, a cidade onde eu morava e já organizava excurssões para cá com a Fofa.
Ele tinha meu MSN... Ele tinha meu Orkut... Ele tinha meu celular... Ele tinha meu telefone de casa e até o do serviço. Eu ligava para ele, eu queria escutar a voz dele, mas não podia! Ele era comprometido e eu não poderia criar qualquer tipo de expectativa.
Ele terminou... Ele me ligou... Fiquei sabendo na mesma noite...
Ele voltou na semana seguinte!
Achava que ele não sentia nada. Não sabia que era "interesse à primeira postagem", como ele diz. Ele viria para a minha cidade, não veio... Eu me estressei! Ele me ligou, longos minutos ao telefone, discutindo uma relação que nem existia. Brigamos! Nos falamos de novo no mesmo dia, na mesma hora basicamente... Quando já estava na cama, ainda nos falamos... Eu o desejava!
Foi a fase da amizade. Era ele falar, por exemplo, "tudo bem?", para eu responder: "tudo ótimo, AMIGO". Sou muito certinho, jamais faria nada. Se ele estava feliz, não seria eu a estragar. Teria que me contentar...
Eles terminam... De vez! Fico sabendo um tempo depois. Nos falamos por telefone. Trocávamos mensagens, eu sentia meu estômago revirar cada vez que o celular vibrava. Ele estava solteiro, mas deveria estar confuso. Não queria atrapalhar qualquer interesse dele em ter "um período de solteiro".
"Maomé nunca virá a montanha, né?". Eu mandei, eu escrevi, um simples torpedo, que desencadeou em uma ligação de mais de quatro horas. Eu sabia que era ele quem eu queria. Ele não era perfeito, ele era ele! Conversamos, ofereci minha casa para ele ficar. Ele queria tudo correto, não aceitou.
A gente conversa. Ele manda mensagens off de bom dia. Ele fala que está apaixonado, ele faz as duas postagens mais lindas que eu já vi. Ele fala de distância e saudade. Eu penso em formas de acabar com isso.
Ele vem. A gente se encontra e começa o NOSSO final de semana!
*Encerra-se o mini flashback, que de mini não teve nada*
Eu nunca tive problemas em escrever no blog. Não sou daqueles que ficam horas pensando em textos, eu simplesmente sento e escrevo. Mas confesso que hoje foi total exceção. É complicado quando você sabe que a outra pessoa lerá. Saber dosar as palavras, não parecer desesperado e também não omitir o que se sente.
Meu final de semana foi excelente. Ficamos certamente na pior pousada da minha cidade, mas eu sequer liguei para as paredes mofadas e para a mobília de mau gosto. Eu, enfim, estava com ele. Quando o vi de longe na rodoviária, quando eu parei o carro e demos o primeiro abraço, quando já na pousada demos o primeiro beijo após segundos de desconforto.
Como entreter alguém em uma cidade que não tem nada a oferecer? Ele falava de Terras Tupiniquins, agora conhece Terras que nem Freud Explica. E nem Freud explica mesmo. Não há opções, não podemos andar de mãos dadas e as pessoas são extremamente boazinhas. Não reparamos na vida alheia, queremos agradar aos vizinhos. Não somos uma cidade pequena, nada do interior, somos ultrapassados, presos no tempo. Tudo é perto e, ao mesmo tempo, tudo é longe.
Ele conhece a cidade de ponta-a-ponta em uma noite. Conhece shoppings pequenos (piada interna rs), fala que vai embora no sábado de 5 em 5 minutos (mais piada interna) e decide ficar até domingo. Ele conhece algumas amigas, elas o adoram. Conversamos, bebemos e vamos ao banheiro com freqüência (mais piadas internas). Ele enfim conhece os lugares citados nesta postagem.

"Não Pode!" marcam as minhas tentativas de entreter o pobre garoto. Conversamos mais, nos conhecemos melhor. Ele é ainda mais legal! Ele é fofo, ele manda mensagem mesmo estando comigo. Eu não entendo, ele desenha! A gente discute o que a gente vai por no blog. Tudo recebe a frase: "Isso vai ter que ir pro blog!".
Ele é bonzinho, ele é cordial... Ele revira os olhos só uma vez! Ele chama a atendente de "coração" rs Ele é um fofo e faz questão de me lembrar que eu disse que ele era fofo.
Ele fica sem paciência quando está com sono, mas ele vem me abraçar assim que eu deito. Ele me deseja boa noite e olha sério para mim. Ele certamente não lembra ou não percebeu que fez isso. Ele tem a cara mais fofa quando acorda.
A gente passeia. Ele encosta a mão dele na minha e pede desculpas, acho que umas 10x. Ele presta a maior atenção quando eu falo. Ele preenche as lacunas de silêncio. Ele me faz rir. Ele se irrita com o meu apego por celular!
Ele merece massagem, eu posso mostrar pra ele que até sei fazer massagem. Ele toma banho com o rôdo (piadas internas). Eu me encho de perfume, ele não sente cheiro de nada! Ele tira fotos da gente e fuma mais uma vez. Ele que jogar mais uma vez meu celular pela janela também...
A gente se despede. Ele tem que ir embora. A gente se beija e eu lhe desejo uma boa viagem...





